A
diversidade étnico-racial é nada mais, nada menos que o agrupamento de
diferenças étnicas e raciais de um determinado local.
No Brasil, essa
diversidade é uma das características mais marcantes, devido a sua composição
miscigenada desde a “Descoberta” do país, em 1.500, por Pedro Alvares Cabral.
O território brasileiro já era
habitado por quase 2 milhões de índios das tribos Karajá, Bororo, Kaigang,
Yanomani, entre outras.
Conforme
houve a intensificação da exploração das nossas terras, os espanhóis,
italianos, alemães, holandeses, japoneses, sírios e libaneses, se juntaram aos
portugueses em áreas por todo o nosso país.
Uma das
últimas ondas de migração ocorreu com os africanos, que foram capturados e
trazidos com o intuito de servirem como escravos em plantações de cana de
açúcar e café, especialmente, entre os séculos XVI e XIX.
De acordo
com a apostila “Diversidade & Discriminação” da linha “Respeitar É Preciso”
do Instituto Vladimir Herzog, a diversidade não pode ser apresentada como um
obstáculo e sim como uma abertura de novas possibilidades, de enriquecimento e de
valorização. Essa mistura é o que nos torna diferentes e únicos em relação as
nossas características físicas, pois na composição, somos todos seres humanos.

Comentários
Postar um comentário